sexta-feira, março 30, 2007

23, o filme. Skené, o baile

23, o filme
Quando pela primeira vez fui assistir a um filme com Jim Carrey fazendo um papel que não o obrigava a fazer caretas ou sons engraçados, foi uma sensação estranha. O filme era Show de Truman, fiquei esperando ele fazer alguma careta ou algum contorcionísmo que ele já provou fazer muito bem. Mas não ocorria, talvez por reflexo meu (ou dele) cada emoção que ele manifestava lembrava uma de suas velhas expressões faciais extremas.

Com o tempo fui acostumando com a idéia e o próprio Jim foi demonstrando uma evolução na interpretação dramática. Dá para ver essa evolução ao assistir Show de Truman, Cine Majestic e Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças. Aparentemente ele tenta fugir dos papeis em comédias, como aconteceu com aquele filme da Jeannie é um Gênio (Confesso que não achei o link desse filme>. Deixando uma lacuna que alguns tentam preencher sem muito sucesso.

Nesse seu mais recente filme, ele alcança o topo, até o momento, de sua representação dramática, assim como ocorreu com sua interpretação em comédias no Todo poderoso.

Nesse filme ele representa um pacato "homem da carrocinha" que recebe de sua esposa um livro que aparenta contar sua vida. Vida essa aparentemente associada intensamente ao número 23.

Suspense de qualidade que causa tensão sem puxar para o lado mais nojento, um drama psicológico de alto nível que mexe com nossa cabeça ao pensarmos "E se fosse comigo?". Um show a parte, a fotografia do filme contribui intensamente para criação da atmosfera, é estranho acreditar que é o mesmo diretor de "Batman e Robin".

Se você pretende assistir o filme (Coisa que recomendo que vá fazer) esmurre qualquer pessoa que queira te contar o final. A graça do filme não está somente nele, mas não queira perder a sensação da surpresa a cada revelação cuidadosamente colocada no filme.

Recomendação forte para os amantes de um bom suspense, do Jim, de um bom filme, de teorias conspiratórias e de roteiros carregados de dramas psicológicos.

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E hoje tem baile na Skené... Leeeet´s dance!

quarta-feira, março 28, 2007

Just let go... (Simplesmente deixa pra lá...)

Um certo tempo atrás um certo membro da família real apareceu num tabloide inglês conferindo certas texturas de uma amiga numa boate de lá.
Rendeu muita história, por que é membro real para lá, por que é falta de respeito pra cá e por aí vai.
O tempo passou...
Na história mais recente, um outro membro da família real (por sinal irmão do anteriormente mencionado) foi pego pegando igualmente em partes alheias.
A diferença para nós é que agora ao invés de ser uma estrangeira genérica a apalpada da vez foi uma brasileira.
E como toda brasileira que se prese tem perfil no orkut, a exemplo do que já aconteceu com outras "personalidades" brasileiras anteriores, seu perfil foi invadido de mensagens "carinhosas". Além de muitas comunidades a respeito, mostramos muita eficiência nesse atributo. Diversas pessoas julgando (com perfis anônimos, é claro) se a moça o fez de propósito, se a moça é uma vagab*nda ou só uma p*ta mesmo e outros questionamentos úteis.
Vi tanto ódio nos comentários das comunidades criadas. Para que isso? Que carga de frustração tá guardada para descarregar na guria. Sei lá por que ela/ele fez isso, mas pouco importa, nem o peito nem a mão eram meus. Ah geração BBB, cada dia me surpreende mais.

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A nota na página do jornal que publicou a "reportagem" possui um trecho abaixo copiado que me chamou particularmente a atenção.
“I thought it couldn’t be the future king — but now I’ve seen the picture it’s no wonder he has a smile on his face! He has big manly hands and certainly knows what to do with them.” (Tradução livre: Eu pensei que não poderia ser o futuro rei, mas agora que eu vi a figura não é de se surpreender que ele tinha um sorriso no seu rosto!Ele tem mãos grandes e masculinas e certamente sabe o que fazer com elas)
Acredito que a moça não tenha falado isso, pelo menos não na integra e desse jeito.
Eitcha sabor de jornal de 0,25 centavos!!!

Brinquedo de criança

Criança de brinquedo novo é uma cena muito bonita.
Criança de 25 anos com brinquedo novo é uma cena estranha.
Aos amigos, perdi o celular de todo mundo (de novo), dessa vez não foi por assalto a mão armada.
Foi por pressionamento acidental de "Delete". Não se assustem com as seguidas perguntas "Qual o seu número".

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Em compensação tenho muitos joguinhos para brincar no celular! Pena que Sonic não funcionou direito, mas Lemmings compensou :D

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Ehh... Tá bom tá bom! Só uma aula de forró!!!! Junto com Tango, nem vou precisar pegar outro ônibus.
O Zouk? Eh... bem... Não confirmei nada... pode ser que não dê...

terça-feira, março 27, 2007

Relaxante...

Um joguinho interessante. Destaque também para a música, um pianinho tem simpático.
É... relaxante...
Basta clica em algum ponto que sua bolinha explode, a explosão de propaga ao atingir outras bolinhas, há uma meta de bolinhas a cada nível.

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Comércio Eletrônico é uma área interessante. Interessante é algumas pessoas se espantarem que alguns princípios aplicáveis desde as trocas feudais valem muito nesses novos tempos modernos.

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2 links novos nos blogs amigos, invasão boiológica! Gabijet, meu velho amigo de velhos tempos, e Taissa uma pequena amiga de grande carisma (Embora ela ainda não associe isso a uma sorte com 3d6, mas vai, ahhhh se vai)

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Aos meus amigos uma pergunta, que chato sou eu sei que sou, mas é muito?

segunda-feira, março 26, 2007

Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Há um certo tempo atrás, nesse mesmo blog que agora você lê, me foi recomendado alguns filmes.
Um deles eu aluguel nesse fim de semana "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças", não li a descrição do filme nem críticas, exceto a de meus amigos. Só sabia que o filme tinha o Jim Carrey e que era muito bem recomendado.
(Licença para as pessoas mais sensíveis a palavras de baixo calão)
p'taqueupariu! Gostei demais do filme. Uma idéia criativa bem executada por um repertório bem respeitável de atores. Ao contrário dos filmes que normalmente gosto, esse não me fez ver um novo enfoque para a vida, não mexeu com minha cabeça ao estraçalhar valores pré-concebidos, nem nada do gênero.
Ele simplesmente teve a manha de falar o que já é conhecido de maneira a não passar despercebido. Colocaram personagens reais, (o que não quer dizer que sejam comuns) sem as fantastias clássicas, idealistas e entediantes da maioria dos demais filmes românticos, numa situação real pontuada por um elemento de forte ficção. Esse elemento serviu apenasde plano de fundo, algo como "imagine que fosse possível" (Num filme de ficção científica gastariam 40 minutos tentando dar uma explicação que parecesse plausível para o processo).
E pronto, está feito um excelente filme. Propago a recomendação e agradeço a quem me recomendou.

quinta-feira, março 22, 2007

Fortran, dança e questionamentos

real life_time;

DO WHILE (life_time<=0)
call live()
call create_fortran()
END DO

1 minuto de silêncio para John W. Backus o inventor do Fortran, uma das mais importantes linguagens de programação da história da computação.

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Para se pensar:
Como definir os momentos em que se deve exigir mais ou aceitar menos?

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Para o pessoal que gosta de dança nesse findi tem o Baile do Quiosque, tradicional (e extremamente divertido) evento da Passo Básico. Será nesse domingo a partir das 18:00, no Quiosque Grill, que fica na Raja Gabáglia 3375.
De tudo um tanto, para os amantes de tango, cheguem cedo a primeira hora é só para vocês, em seguida rola bolero, salsa, forró, zouk, soltinho e samba para todo (bom) gosto!

quarta-feira, março 21, 2007

Motoqueiro Fantasma

Ontem fui ao cinema assistir "Motoqueiro Fantasma", no geral o filme recebe nota 6. Ganhou pontos pelo visual do motoqueiro, bem parecido com o dos quadrinhos, inclusive a transformação, que ficou excelente. Ganhou pontos também pela base do roteiro, a história em si é legal. Outros pontos para a escolha do Nicolas (fã assumido de quadrinhos) como motoca-man, ele encarnou bem o personagem.
Os elogios param por aí. Tive a impressão que escreveram o roteiro às pressas, sem maiores cuidados. Como se ele tivesse nascido numa conversa de bar e parado aí. Faltam acertos, quinas, as coisas estão muito jogadas.
A escolha do elenco também foi mediana, mesmo acertando com o Nicolas, o filho de Mefisto eu achei medíocre, o Mefisto em sí médio. Os capangas do Mini-fisto, eram visualmente legais, mas pouco eficientes na interpretação (problema dos atores ou do roteirista?). E que vozes eram aquelas? Efeitos são legais e fazem sentido, mas estava bem tosco.
Um pouco de spoiler (para ver selecione o texto abaixo):
Quando o Mini-fisto ganha as 1000 almas, ele só ganha poder de ficar soltando fumaça negra? Tanta propaganda para ganhar olhos vermelhos? Décadas atrás, Bob Marley já tinha esse poder sem tanta complicação (embora o uso da folhinha também fosse um pré requisito).
As cenas de luta eram fracas demais no geral, o primeiro combate durou segundos, fiquei pensando "Okey, o primeiro já foi, mas o segundo deve ser bom", rola o segundo combate uma voltinha na corrente e puf cabou também, lá sigo pensando "O segundo já foi? O terceiro será matador!". E não é que o terceiro foi sem graça? Esperanças depositadas no combate final. Esperanças mal depositadas, o combate foi sem graça também...
E que história foi aquela de "ultima transformação"? Ele gastou a última transformação para servir de acompanhante ao motoqueiro? Affffff!!!
Conclusão final, se passar na televisão eu assisto, mas não penso em alugar o DVD e ver no cine valeu pelo visual (e pela companhia diga-se de passagem, mas aí independe do motoca).

Editado:
E como poderia me esquecer! Ponto positivo na cabeça por usar "Crazy Train" do Black Sabbath!